Por que são Tomás criticou santo Agostinho, Avicena e o ponto de partida de Duns Escoto.

I tiakina i:
Ngā taipitopito rārangi puna kōrero
Kaituhi matua: Gilson, Étienne, 1884-1978
Ētahi atu kaituhi: Leme, Tiago José Risi (Translator)
Hōputu: Pukapuka
Reo:Pōtukīhi
Wīwī
I whakaputaina: São Paulo : Paulus, 2010.
Rangatū:Filosofia (Paulus) ;
Ngā marau:
Ngā Tūtohu: Tāpirihia he Tūtohu
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
Whakaahuatanga
Whakarāpopotonga:Geralmente, concordamos em considerar a substituição da doutrina de Santo Agostinho por uma nova síntese doutrinal como o acontecimento filosófico mais importante que poderia ter ocorrido ao longo do século XIII. Se precisássemos indicar o ponto crítico em que se estabelece a dissociação entre a antiga escolástica e a nova, sem dúvida nenhuma seria conveniente escolhermos a teoria do conhecimento. Antes de Tomás de Aquino, a adesão à doutrina agostiniana da iluminação divina é praticamente unânime; depois de Tomás de Aquino, tal consenso deixa de existir, de modo que até mesmo o doutor franciscano João Duns Escoto abandona, quanto a esse aspecto essencial, a tradição agostiniana da qual sua Ordem havia sido até então o mais fiel sustento. Não vemos muita razão para que o agostinismo precisasse um dia ser posto à prova, no interior do próprio cristianismo, a menos que sua sorte não tivesse se encontrado vinculada, pelas circunstâncias, àquela de uma filosofia não cristã, que o introduziu em sua própria condenação. Essa é a hipótese que gostaríamos de submeter à prova dos fatos, procurando a influência que o pensamento de Avicena pode ter exercido sobre os destinos do agostinismo medieval.
Whakaahuatanga ōkiko:183 p. ; 23 cm.
ISBN:853493164X
9788534931649