Por que são Tomás criticou santo Agostinho, Avicena e o ponto de partida de Duns Escoto.
Wedi'i Gadw mewn:
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| Awduron Eraill: | |
| Fformat: | Llyfr |
| Iaith: | Portiwgaleg Ffrangeg |
| Cyhoeddwyd: |
São Paulo :
Paulus,
2010.
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| Cyfres: | Filosofia (Paulus) ;
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| Pynciau: | |
| Tagiau: |
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| Crynodeb: | Geralmente, concordamos em considerar a substituição da doutrina de Santo Agostinho por uma nova síntese doutrinal como o acontecimento filosófico mais importante que poderia ter ocorrido ao longo do século XIII. Se precisássemos indicar o ponto crítico em que se estabelece a dissociação entre a antiga escolástica e a nova, sem dúvida nenhuma seria conveniente escolhermos a teoria do conhecimento. Antes de Tomás de Aquino, a adesão à doutrina agostiniana da iluminação divina é praticamente unânime; depois de Tomás de Aquino, tal consenso deixa de existir, de modo que até mesmo o doutor franciscano João Duns Escoto abandona, quanto a esse aspecto essencial, a tradição agostiniana da qual sua Ordem havia sido até então o mais fiel sustento. Não vemos muita razão para que o agostinismo precisasse um dia ser posto à prova, no interior do próprio cristianismo, a menos que sua sorte não tivesse se encontrado vinculada, pelas circunstâncias, àquela de uma filosofia não cristã, que o introduziu em sua própria condenação. Essa é a hipótese que gostaríamos de submeter à prova dos fatos, procurando a influência que o pensamento de Avicena pode ter exercido sobre os destinos do agostinismo medieval. |
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| Disgrifiad Corfforoll: | 183 p. ; 23 cm. |
| ISBN: | 853493164X 9788534931649 |