As raízes medievais do pensamento moderno.
محفوظ في:
| المؤلف الرئيسي: | |
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| التنسيق: | كتاب |
| اللغة: | البرتغالية الإيطالية |
| منشور في: |
São Paulo :
Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência Raimundo Lúlio,
2011.
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| الطبعة: | 2 ed. |
| الموضوعات: | |
| الوسوم: |
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| مستخلص: | Ghisalberti é conhecido do público brasileiro por diversos artigos em revistas especializadas e, principalmente, por sua obra Guilherme de Ockham, publicada pela EDIPUCRS há algum tempo. Surge agora a segunda edição do livro de sua autoria: As raízes medievais do pensamento moderno. O volume reproduz um curso ministrado em São Paulo, no Centro de Extensão Universitária. Nele a unidade temática gira em torno da superação do sistema aristotélico pelos pensadores do final da Idade Média. Aristóteles foi o filósofo que possibilitou a elaboração teórica de um novo modelo de pensamento junto aos árabes, aos judeus e aos cristãos e, por isso mesmo, foi o autor mais citado naquele período. Contudo, no decorrer dos anos, foram crescendo os pontos de discordância, as ressalvas, os acréscimos. Não houve grande alarde enquanto isto acontecia: por vezes tentava-se mesmo uma leitura benévola do Estagirita. Aos poucos, porém, e de forma constante, foram-se destruindo partes do sistema e, um belo dia, as portas da Filosofia abriram-se para a modernidade. Ghisalberti aponta alguns casos paradigmáticos. Em Duns Scotus, dois temas são escolhidos: a inteligência e a vontade, que conferem à divindade o conhecimento e o querer de si mesmo e de todo o existente; e a contingência do mundo, a contrariar o necessitarismo grego. Do amplo leque das inovações ockhamianas toma alguns problemas lógicos gnosiológicos, como a questão singular-universal e indivíduo natureza; além disso, analisa-lhe o pensamento ético e o que se segue a Ockham na história da Filosofia: a oposição entre a via antiqua e a via moderna. A renovação da Física é o assunto tratado em Buridano. A conseqüência das inovações é resumida a seguir, ao século XV. Por fim, um problema, que desde Platão e Aristóteles, passando por Agostinho, Boécio, fazia-se presente no debate filosófico: que significava para os medievais e os renascentistas, a pergunta sobre a felicidade e sobre o fim último do agir humano. A fluência de estilo e a facilidade de compreensão acompanham a profundidade de análise do autor que, assim, oferece ao público uma obra de leitura agradável. Urbano Zilles |
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| وصف مادي: | 110 p. ; 21 cm. |
| ردمك: | 8589294218 9788589294218 |