As raízes medievais do pensamento moderno.

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Detalles Bibliográficos
Autor Principal: Ghisalberti, Alessandro, 1940-
Formato: Libro
Idioma:portugués
Lingua italiana
Publicado: São Paulo : Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência Raimundo Lúlio, 2011.
Edición:2 ed.
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MARC

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300 |a 110 p. ;  |c 21 cm. 
505 0 |a Tradução: Ferreira, Sivar Hoeppner.  
520 3 |a Ghisalberti é conhecido do público brasileiro por diversos artigos em revistas especializadas e, principalmente, por sua obra Guilherme de Ockham, publicada pela EDIPUCRS há algum tempo. Surge agora a segunda edição do livro de sua autoria: As raízes medievais do pensamento moderno. O volume reproduz um curso ministrado em São Paulo, no Centro de Extensão Universitária. Nele a unidade temática gira em torno da superação do sistema aristotélico pelos pensadores do final da Idade Média. Aristóteles foi o filósofo que possibilitou a elaboração teórica de um novo modelo de pensamento junto aos árabes, aos judeus e aos cristãos e, por isso mesmo, foi o autor mais citado naquele período. Contudo, no decorrer dos anos, foram crescendo os pontos de discordância, as ressalvas, os acréscimos. Não houve grande alarde enquanto isto acontecia: por vezes tentava-se mesmo uma leitura benévola do Estagirita. Aos poucos, porém, e de forma constante, foram-se destruindo partes do sistema e, um belo dia, as portas da Filosofia abriram-se para a modernidade. Ghisalberti aponta alguns casos paradigmáticos. Em Duns Scotus, dois temas são escolhidos: a inteligência e a vontade, que conferem à divindade o conhecimento e o querer de si mesmo e de todo o existente; e a contingência do mundo, a contrariar o necessitarismo grego. Do amplo leque das inovações ockhamianas toma alguns problemas lógicos gnosiológicos, como a questão singular-universal e indivíduo natureza; além disso, analisa-lhe o pensamento ético e o que se segue a Ockham na história da Filosofia: a oposição entre a via antiqua e a via moderna. A renovação da Física é o assunto tratado em Buridano. A conseqüência das inovações é resumida a seguir, ao século XV. Por fim, um problema, que desde Platão e Aristóteles, passando por Agostinho, Boécio, fazia-se presente no debate filosófico: que significava para os medievais e os renascentistas, a pergunta sobre a felicidade e sobre o fim último do agir humano. A fluência de estilo e a facilidade de compreensão acompanham a profundidade de análise do autor que, assim, oferece ao público uma obra de leitura agradável. Urbano Zilles 
546 |a Texto em português, traduzido do italiano. 
600 0 4 |a Guilherme de Ockham,  |d 1285-1349  |9 146 
600 1 4 |9 212  |a Buridano, João,  |d 1300-1358 
600 1 4 |a Duns Scotus, Iohannes,   |c b.,   |d 1266-1308  |9 179 
650 4 |9 1010  |a Filosofia. 
650 4 |a História da filosofia.  |9 9287 
650 4 |a Filosofia medieval.   |9 11350 
650 4 |a Filosofia moderna.   |9 12435 
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