Da república.
Tallennettuna:
| Päätekijä: | |
|---|---|
| Muut tekijät: | |
| Aineistotyyppi: | Kirja |
| Kieli: | portugali latina |
| Julkaistu: |
São Paulo :
Edipro,
1996.
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| Painos: | 1 ed. |
| Sarja: | Clássicos Edipro (Edipro) ;
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| Aiheet: | |
| Tagit: |
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MARC
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| 080 | 0 | |2 1997 |a 141.3 |b C3196=134.3 | |
| 100 | 1 | |a Cicero, Marco Túlio, |q (Marcus Tullius Cicero), |d 106-43 a.C. |9 696 | |
| 245 | 1 | 0 | |a Da república. |
| 250 | |a 1 ed. | ||
| 260 | |a São Paulo : |b Edipro, |c 1996. | ||
| 300 | |a 94 p. ; |c 21 cm. | ||
| 490 | 1 | |a Clássicos ; | |
| 505 | 0 | |a Tradução e notas de Amador Cisneiros ; Supervisão editorial Jair Lot Vieira. | |
| 520 | 3 | |a Em uma república capaz de conquistar e construir um império gigantesco, um dos maiores filósofos romanos de todos os tempos, Marco Túlio Cícero, (106-43 a.C.) – orador, escritor, advogado e político – descreve diálogos que exaltam a ética, a justiça e a boa-fé. Nesta obra clássica do pensamento da humanidade, que influenciou o Direito e os sistemas de governo, o leitor encontrará lições tanto jurídicas quanto políticas de que o interesse particular de cada um deve estar subordinado ao interesse superior do conjunto. Elaborada à moda dos diálogos platônicos, Da República é fundamental para a compreensão da doutrina política que influenciou a organização dos Estados, como o brasileiro que segue o Direito Romano. A República, conceituada por Cipião, o Africano, como a reunião que tem seu fundamento no consentimento jurídico e na utilidade comum, era, para Cícero, idêntico não ao governo popular, mas ao constitucionalismo, o que implica os governantes ficarem sujeitos às mesmas leis que os governados. É possível verificar ideais de democracia no diálogo entre membros do Senado romano, ao declararem que: “quando o povo sabe manter suas prerrogativas não é possível encontrar mais glória, prosperidade e liberdade, porque o povo permanece árbitro das leis, dos juízes, da paz, da guerra, dos tratados, da vida e da fortuna de todos e de cada um; então, e só então, é a coisa pública coisa do povo”. O autor que apresentou aos romanos as escolas da filosofia grega, deixa-nos, ainda, a seguinte mensagem: “Se as leis mudam, todo cidadão verdadeiramente virtuoso nem por isso deve deixar de seguir e observar as regras da eterna justiça, em lugar das de uma justiça convencional, posto que dar a cada um seu direito é próprio do homem bom e justo”. | |
| 546 | |a Texto em português, traduzido do latim. | ||
| 650 | 4 | |a Filosofia antiga. |9 11351 | |
| 650 | 4 | |9 1255 |a Filosofia social. | |
| 650 | 4 | |9 9866 |a Política. | |
| 700 | 1 | |9 697 |a Cisneiros, Amador, |4 trl |e Tradutor | |
| 830 | 0 | |a Clássicos Edipro (Edipro) ; |9 689 | |
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