Notas sobre Wittgenstein, São Tomás de Aquino e o “Mentalismo”.
I tiakina i:
| Kaituhi matua: | |
|---|---|
| Hōputu: | Tuhinga |
| Reo: | Pōtukīhi |
| I whakaputaina: |
2011.
|
| Ngā marau: | |
| Ngā Tūtohu: |
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
|
| Whakarāpopotonga: | Seguindo os passos da Encíclica Æterni Patris, de Leão XIII, que convidava a reavivar o uso da doutrina de São Tomás de Aquino, três filósofos católicos começaram a ler o conteúdo da Summa Theologiæ na Inglaterra, a partir das Investigações filosóficas de Wittgenstein. Baseando-se nesta original intuição, o presente artigo procura investigar alguns aspectos da filosofia e psicologia de Wittgenstein, enfocando temas comuns ao pensamento do Aquinate. A partir do conceito de “atos da mente” que, na opinião de muitos especialistas, é o fio condutor de toda a produção de Wittgenstein, este artigo passa a investigar o objeto da filosofia através da relação entre ser e conhecer, a análise referencial do significado, os esquemas de pensamento e o mentalismo. Este sucinto escrito se conclui com uma breve referência a Wittgenstein como crítico de Descartes, quem, por sua vez, foi um crítico severo da metafísica de São Tomás, evidenciando assim a opinião de Wittgenstein sobre a metafísica. |
|---|---|
| Whakaahuatanga ōkiko: | p. 94-117 ; |
| ISSN: | 1981-9390 |