Reflexões sobre a relação entre arte e fé segundo Joseph Ratzinger.

Furkejuvvon:
Bibliográfalaš dieđut
Váldodahkki: Werner Benjumea, Carlos Javier, E.P., 1976-
Materiálatiipa: Artihkal
Giella:portugalágiella
Almmustuhtton: 2012.
Fáttát:
Fáddágilkorat: Lasit fáddágilkoriid
Eai fáddágilkorat, Lasit vuosttaš fáddágilkora!
Govvádus
Abstrákta:O Papa Bento XVI tem dado continuidade ao frutuoso diálogo entre Fé e Arte, iniciado por Paulo VI. João Paulo II, em sua famosa Carta aos Artistas, traçou as linhas essenciais para um bom entendimento entre Fé e Arte: a Igreja precisa da Arte para transmitir a Fé, e a Arte precisa da Revelação custodiada pela Igreja como fonte de inspiração. Joseph Ratzinger foi além: tanto a Fé quanto a Arte são caminhos que, embora diferentes, conduzem à mesma meta e estão motivados pelo mesmo esforço de procura da beleza. Em sua Teologia, o Papa tem oferecido critérios válidos de busca da beleza, recordando os sólidos laços que unem, na história do Cristianismo, a Arte com a Fé. Inclusive vê ele na Liturgia, festa por excelência, o berço onde nasce a arte verdadeira. Fé transmitida mediante a arte, seja literária, figurativa ou monumental, e Arte inspirada na Fé: eis aqui a feliz simbiose capaz de dar um renovado sentido tanto à catequese e à Teologia da Igreja, quanto à própria Arte.
Olgguldas hápmi:p. 32-43 ;
ISSN:1981-9390