Reflexões sobre as causas e consequências do abandono do pensamento medieval.
I tiakina i:
| Kaituhi matua: | |
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| Hōputu: | Tuhinga |
| Reo: | Pōtukīhi |
| I whakaputaina: |
2013.
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| Ngā marau: | |
| Ngā Tūtohu: |
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
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| Whakarāpopotonga: | O pensamento medieval, intimamente ligado à vida e iluminado pela fé, propiciou um sistema doutrinário de profunda coerência e grande amplitude: a Escolástica, que alinhava numa única perspectiva diversos campos do conhecimento. Tal sistema não fugiu à ação de ideologias que, atingindo-o em sua unidade, acabaram por fragmentá-lo em duas correntes de pensamento que percorreram toda a história da filosofia a partir de então, sem jamais se encontrarem numa síntese: o Nominalismo empirista, de um lado, e o Ontologismo racionalista, de outro. O presente artigo procura identificar a origem dessas correntes que desfizeram a unidade escolástica e apontar as consequências teoréticas e existenciais de tal ruptura. |
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| Whakaahuatanga ōkiko: | p. 73-88 ; |
| ISSN: | 1981-9390 |