O “gênesis filosófico” do século XII.
I tiakina i:
| Kaituhi matua: | |
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| Hōputu: | Tuhinga |
| Reo: | Pōtukīhi |
| I whakaputaina: |
2013.
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| Ngā marau: | |
| Ngā Tūtohu: |
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
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| Whakarāpopotonga: | Houve no século XII uma obra que, a par das Escrituras Sagradas, teve uma importância única para a explicação da origem do universo. Traduzido do grego ao latim no século IV pelo filósofo Calcídio, o Timaeus, de Platão, ofereceria pela primeira vez na História do Ocidente uma completa narração teleológica do universo, buscando as suas causas racionais e sustentando, ao mesmo tempo, a ideia de uma divindade externa à Criação. Seria por seu intermédio que a primeira metade do século XII veria raiar um novo pensamento e um novo ideal de sabedoria, que procurava physicas rationes para compreender a ordem do universo. Esta concepção baseou-se no conceito pitagórico de harmonia e promoveu o que se pode chamar de uma teologia do “número, peso e medida”. |
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| Whakaahuatanga ōkiko: | p. 19-42 ; |
| ISSN: | 1981-9390 |