O “gênesis filosófico” do século XII.

I tiakina i:
Ngā taipitopito rārangi puna kōrero
Kaituhi matua: Nobre dos Santos Teixeira Lopes, Jorge Filipe, 1974-
Hōputu: Tuhinga
Reo:Pōtukīhi
I whakaputaina: 2013.
Ngā marau:
Ngā Tūtohu: Tāpirihia he Tūtohu
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
Whakaahuatanga
Whakarāpopotonga:Houve no século XII uma obra que, a par das Escrituras Sagradas, teve uma importância única para a explicação da origem do universo. Traduzido do grego ao latim no século IV pelo filósofo Calcídio, o Timaeus, de Platão, ofereceria pela primeira vez na História do Ocidente uma completa narração teleológica do universo, buscando as suas causas racionais e sustentando, ao mesmo tempo, a ideia de uma divindade externa à Criação. Seria por seu intermédio que a primeira metade do século XII veria raiar um novo pensamento e um novo ideal de sabedoria, que procurava physicas rationes para compreender a ordem do universo. Esta concepção baseou-se no conceito pitagórico de harmonia e promoveu o que se pode chamar de uma teologia do “número, peso e medida”.
Whakaahuatanga ōkiko:p. 19-42 ;
ISSN:1981-9390