Joseph Ratzinger e o primado da verdade na política : um confronto com Hannah Arendt.
I tiakina i:
| Kaituhi matua: | |
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| Hōputu: | Tuhinga |
| Reo: | Pōtukīhi |
| I whakaputaina: |
2013.
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| Ngā marau: | |
| Ngā Tūtohu: |
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
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| Whakarāpopotonga: | Joseph Ratzinger tem várias incursões no campo da teoria política. Ele defende que a política deve apoiar-se no Direito e este deve basear-se na lei natural, na verdade objetiva inscrita na natureza humana pela razão criadora (divina). Ou seja: a política deve estar fundamentada na verdade. Sem a verdade, a política desemboca na “ditadura do relativismo” e no totalitarismo. Essa visão contrasta diretamente com a de Hannah Arendt, que defende a transformação da verdade em opinião (doxa) quando entra no âmbito político. Mostramos como Ratzinger aponta a raiz de formas ditatoriais/totalitárias de poder neste abandono da verdade. |
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| Whakaahuatanga ōkiko: | p. 89-110 ; |
| ISSN: | 1981-9390 |