Deus summe sensibilis : a sensibilidade de Deus no Proslogion de Santo Anselmo.
I tiakina i:
| Kaituhi matua: | |
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| Hōputu: | Tuhinga |
| Reo: | Pōtukīhi |
| I whakaputaina: |
2013.
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| Ngā marau: | |
| Ngā Tūtohu: |
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
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| Whakarāpopotonga: | No anseio de compreender a verdade divina, Santo Anselmo, em seu Proslogion, desenvolve o célebre unum argumentum a respeito da existência de Deus. Na segunda parte da obra, ao expressar-se sobre os atributos divinos e sobre as antinomias que se lhe apresentam, o Doutor Magnífico surpreende o leitor com a revelação de que Deus é summe sensibilis — sumamente sensível. Parte-se então de duas visualizações: a possibilidade de Deus ser sensível em si mesmo (secundum se), ou em relação a nós (secundum nos); isto é, da possibilidade de Deus sentir, embora carecendo de sentidos, e da possibilidade de O sentirmos, sendo Ele incorpóreo. Por fim, o artigo focaliza a questão de Deus ser sensível através das criaturas e da reconfiguração da sensibilidade humana no encontro com o Sumo Ser na bem-aventurança. |
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| Whakaahuatanga ōkiko: | p. 89-100 ; |
| ISSN: | 1981-9390 |