Deus summe sensibilis : a sensibilidade de Deus no Proslogion de Santo Anselmo.

I tiakina i:
Ngā taipitopito rārangi puna kōrero
Kaituhi matua: Azevedo Ramos, Felipe de, E.P., 1984-
Hōputu: Tuhinga
Reo:Pōtukīhi
I whakaputaina: 2013.
Ngā marau:
Ngā Tūtohu: Tāpirihia he Tūtohu
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
Whakaahuatanga
Whakarāpopotonga:No anseio de compreender a verdade divina, Santo Anselmo, em seu Proslogion, desenvolve o célebre unum argumentum a respeito da existência de Deus. Na segunda parte da obra, ao expressar-se sobre os atributos divinos e sobre as antinomias que se lhe apresentam, o Doutor Magnífico surpreende o leitor com a revelação de que Deus é summe sensibilis — sumamente sensível. Parte-se então de duas visualizações: a possibilidade de Deus ser sensível em si mesmo (secundum se), ou em relação a nós (secundum nos); isto é, da possibilidade de Deus sentir, embora carecendo de sentidos, e da possibilidade de O sentirmos, sendo Ele incorpóreo. Por fim, o artigo focaliza a questão de Deus ser sensível através das criaturas e da reconfiguração da sensibilidade humana no encontro com o Sumo Ser na bem-aventurança.
Whakaahuatanga ōkiko:p. 89-100 ;
ISSN:1981-9390