Contrários harmônicos na ordem do universo do século XII : uma análise cosmológica e metafísica.
I tiakina i:
| Kaituhi matua: | |
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| Hōputu: | Tuhinga |
| Reo: | Pōtukīhi |
| I whakaputaina: |
2014.
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| Ngā marau: | |
| Ngā Tūtohu: |
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
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| Whakarāpopotonga: | Seguindo um antigo conceito cosmológico de ordem, a filosofia medieval desenvolveu uma concepção peculiar: o universo seria tanto mais belo conforme contasse com maior diversidade e até com antagonismos. Essas teorias se fortaleceram graças à retórica grega — formada pela oposição de ideias — bem como pela antítese ensinada pela própria doutrina cristã, proporcionando o desenvolvimento de teses que endossam a necessidade de princípios opostos na Criação. Particularmente importante foi a concepção de harmonia — que se tornou, em grande parte, o fundamento teórico e prático dessa cosmovisão. A partir de tais elementos pretende-se neste artigo definir a presença, dentro do âmbito científico, de uma “lógica dos contrários harmônicos” no século XII. Por conseguinte, a abordagem de opostos na ordem do universo será contemplada sob dois aspectos: o cosmológico e o metafísico. |
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| Whakaahuatanga ōkiko: | p. 32-50 ; |
| ISSN: | 1981-9390 |