A imagem trina de Deus no homem no De Trinitate de Agostinho.

Furkejuvvon:
Bibliográfalaš dieđut
Váldodahkki: Szeskoski, Luís Valdecir
Materiálatiipa: Artihkal
Giella:portugalágiella
Almmustuhtton: 2015.
Fáttát:
Fáddágilkorat: Lasit fáddágilkoriid
Eai fáddágilkorat, Lasit vuosttaš fáddágilkora!
Govvádus
Abstrákta:Propõe-se analisar as tríades agostinianas compostas pelo amante, amado e amor, e pela mente, conhecimento e amor, presentes na mente e descritas no livro IX da obra A Trindade (De Trinitate) de Agostinho. Ambas assemelham-se à Trindade Divina, são unas e trinas simultaneamente, segundo a imagem e semelhança do homem em relação a Deus (cf. Gn 1, 26). Agostinho parte da afirmação: “Deus é amor” (I Jo 4, 8) e complementa: “se vês o amor, vês a Trindade” (De Trin., VIII, 8, 12). A mente, sendo capaz de direcionar a si o amor, desdobra-se da unidade à tríade composta por amante, amado e o próprio amor, que evidencia a imagem divina, mas não a retrata fielmente. Então, para que isso seja possível, intercala o conhecimento ao amor. O amor é posterior ao conhecimento e provém de ambos. O conhecimento não é inferior à mente, se esta se conhece na medida de todo o seu ser. O mesmo se pode dizer do amor, desde que a mente se ame na mesma proporção em que se conhece. A unidade da mente dá origem à tríade: mente, (auto)conhecimento e amor, imagem da Trindade Divina. Os três componentes são iguais entre si, possuem cada qual sua substância e coexistem em uma mesma essência. Remetem à unicidade e à Trindade Divina, e estão presentes na essência humana.
Olgguldas hápmi:p. 445-463 ;
ISSN:1981-9390