O gozo estético e seu contributo ao aperfeiçoamento moral do homem, na perspectiva de São Tomás de Aquino.
I tiakina i:
| Kaituhi matua: | |
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| Hōputu: | Tuhinga |
| Reo: | Pōtukīhi |
| I whakaputaina: |
2016.
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| Ngā marau: | |
| Ngā Tūtohu: |
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
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| Whakarāpopotonga: | O universo é contemplado por Tomás a partir de um prisma estético-teológico: obra das mãos de Deus, a criação tem como finalidade a irradiação de sua glória e a comunicação sua bondade às criaturas. Portanto, o universo é belo e perfeito por ser reflexo da pulcritude e das perfeições do Criador. Como Divinae Pulchritudinis imago, o ser humano é particularmente sensível a todas as formas de beleza ― sensível, espiritual ou sobrenatural ―, bem como ao gozo oriundo de sua contemplação, o qual constitui um poderoso estímulo na busca de Deus a partir das realidades criadas. Na perspectiva tomasiana, o deleite estético é o gozo da vontade por ver a faculdade cognoscitiva na plena realização de seu fim, que é a contemplação. Sendo assim, este artigo procura, a partir da perspectiva tomasiana, fixar o papel do gozo oriundo da contemplação admirativa da beleza criatural no aperfeiçoamento moral do ser humano e a possibilidade de estabelecer uma conexão entre essa operação e as virtudes teologais da fé, esperança e caridade. |
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| Whakaahuatanga ōkiko: | p. 7-86 ; |
| ISSN: | 1981-9390 |