O véu de Ísis : ensaio sobre a história da idéia de natureza.

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Dettagli Bibliografici
Autore principale: Hadot, Pierre, 1922-2010
Natura: Libro
Lingua:portoghese
francese
Pubblicazione: São Paulo : Edições Loyola, 2006.
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MARC

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240 1 3 |a Le voile d'Isis : essai sur l'histoire de l'idée de nature.   |l Português 
245 1 2 |a O véu de Ísis :   |b ensaio sobre a história da idéia de natureza.  
260 |a São Paulo :   |b Edições Loyola,   |c 2006.  
300 |a 359 p. ;   |b il. ;   |c 23 cm.  
505 0 |a Tradução : Mariana Sérvulo.  
520 3 |a Há um aforismo que freqüenta a filosofia ocidental desde o início: o de Heráclito, que afirma que “a Natureza ama ocultar-se”. Ao longo dos últimos vinte e cinco séculos, essas palavras sucessivamente significaram: que a Natureza se esconde em formas sensíveis e nos mitos; que ela esconde em si forças ocultas; mas também que o Ser está originalmente num estado de contração e de não-desdobramento; ou ainda que ele se desvela velando-se. Esse aforismo serviu para explicar as dificuldades da ciência da natureza, para justificar a exegese alegórica dos textos bíblicos ou para defender o paganismo, para criticar a violência contra a natureza operada pela técnica e pela mecanização do mundo, enfim, para explicar a angústia que provoca no homem moderno o seu ser-no-mundo. A mesma fórmula, ilustrada pela imagem do véu de Ísis e desvelada por Pierre Hadot na história do Ocidente, justificou tanto a atitude prometéica – o homem deve se tornar senhor e possuidor da Natureza – como a atitude órfica – ninguém pode tirar o véu dos mistérios da natureza, a não ser o poeta e o artista. Essa fórmula não deixará de traçar perspectivas novas sobre a realidade e de revelar as mais diferentes atitudes com relação à Natureza.  
546 |a Texto em português, traduzido do francês.  
650 4 |a Filosofia.  |9 1010 
650 4 |a Filosofia da natureza.  |9 1154 
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