Apologia de Sócrates.

Saved in:
Bibliografiske detaljer
Hovedforfatter: Platão, ca.428-ca.347 a.C
Andre forfattere: Bini, Edson (Translator)
Format: Bog
Sprog:portugisisk
Oldgræsk
Udgivet: São Paulo : Edipro, 2015.
Udgivelse:2 ed.
Serier:Edipro de bolso (Edipro) ;
Fag:
Tags: Tilføj Tag
Ingen Tags, Vær først til at tagge denne postø!

MARC

LEADER 00000nam a2200000Iac4500
001 20221122195347
003 BR-CrsFAEV
005 20240516105456.0
008 221122t2015||||bl |||||||||||||1 e|por|d
020 |a 8572839224 
020 |a 9788572839228 
040 |a BR-CrsFAEV  |c BR-CrsFAEV  |b por 
041 1 |a por  |h grc 
080 0 |2 1997  |a 1(081)  |b P6964*3a=134.3 
100 0 |a Platão,   |d ca.428-ca.347 a.C.  |9 143 
245 1 0 |a Apologia de Sócrates. 
250 |a 2 ed.  
260 |a São Paulo :   |b Edipro,   |c 2015.  
300 |a 78 p. ;   |c 18 cm.  
490 1 |a Edipro de bolso ;  
505 0 |a Texto integral ; Tradução, textos complementares e notas de Edson Bini.  
520 3 |a A Apologia de Sócrates é o registro de uma das defesas mais famosas e polêmicas da história do direito e da justiça ocidentais. Paralelamente, trata-se de uma pequena obra-prima literária de um dos assistentes dessa defesa: Platão, um dos discípulos de Sócrates.O filósofo que perpetuou conceitos como "conheça-te a ti mesmo" e "só sei que nada sei" foi condenado e passou dias na clausura, filosofando sobre a imortalidade da alma, antes de sua execução. Sócrates inicia seu discurso advertindo os juízes de que pronunciará exclusivamente a verdade. Assinada pelo jovem Meleto, juntamente com Anito e Lícon, que, pelos costumes da época, tinham direito a fazer declaração jurada, a acusação indiciava Sócrates por não reconhecer os deuses que o Estado reconhecia, por introduzir novos cultos e, também, por corromper a juventude, motivos pelos quais receberia pena capital, caso fosse condenado. A tese defendida por Sócrates é a de que nada mais fazia do que filosofar. Inclusive, declarou que preferiria a morte a deixar de se dedicar à filosofia, e, infelizmente, foi o que aconteceu, uma vez que foi condenado por um júri composto de 501 homens atenienses. O pensador considerou vergonhosa a postura de seus julgadores pelo fato de terem sido persuadidos a acautelarem-se para não serem ludibriados pela sua "extraordinária capacidade de oratória", que seus acusadores lhe atribuíram. Platão, que estava doente quando Sócrates tragou a taça de cicuta, considerou que não foi por razões religiosas que ele recebeu a condenação, mas, sim, por questões evidentemente políticas. Essa conclusão pode ser extraída da ocasião em que Anito afirmou que "Sócrates não deveria ser submetido ao julgamento, mas, se fosse, deveria ser executado, pois em caso de absolvição os jovens que se dedicassem a praticar os seus ensinamentos estariam arruinados". Obra indispensável para filósofos, operadores do direito, políticos e todos que se interessam pela sabedoria de Socrates. 
546 |a Texto em português, traduzido do grego antigo.  
600 0 0 |a Socrates,   |q (Σωκράτης),   |d 469-399 a.C.  |9 142 
650 4 |9 9703  |a Literatura grega. 
650 4 |9 156  |a Biografias. 
700 1 |4 trl  |9 345  |a Bini, Edson,   |e Tradutor 
830 0 |a Edipro de bolso (Edipro) ;   |9 12658 
900 0 |a Platon,   |l Alemão ; Francês 
900 0 |a Platón,   |l Espanhol 
900 0 |a Plato,   |l Latim ; Inglês 
900 0 |a Platone,   |l Italiano 
900 0 |a Πλάτων,   |l Grego 
942 |2 udc  |c BK 
952 |0 0  |1 0  |2 udc  |4 0  |6 1081_P69643A1343  |7 0  |9 28543  |a SBT  |b SBT  |c GEN  |d 2022-11-22  |h 2 ed., 2015 - 78 p.  |l 0  |o 1(081) P6964*3a=134.3  |p 14528  |r 2022-11-22 00:00:00  |t ex.01  |w 2022-11-22  |y BK 
999 |c 23983  |d 23983