Da abundância de amigos.
I tiakina i:
| Kaituhi matua: | |
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| Hōputu: | Pukapuka |
| Reo: | Pōtukīhi Greek, Ancient (to 1453) |
| I whakaputaina: |
São Paulo :
Edipro,
2016.
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| Putanga: | 1 ed. |
| Rangatū: | Plutarco (Edipro) ;
3 |
| Ngā marau: | |
| Ngā Tūtohu: |
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
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| Whakarāpopotonga: | Esta é uma reflexão sobre a amizade. Nesta obra, Plutarco questiona o desejo de alguns pela abundância de amigos. A seu ver, a amizade é um bem difícil de ser conquistado, pois a verdadeira amizade não nasce de um encontro casual, mas da convivência estabelecida durante muitos anos. Para Plutarco, temos a possibilidade de avaliar quando alguém é digno de nossa amizade pela virtude, pela alegria e pela utilidade demonstradas com o tempo. Esses princípios mostram-se inviáveis quando se ambiciona ter uma grande quantidade de amigos, pois o amigo é apenas aquele com quem estabelecemos uma relação de confiança, conceito que, por si só, não cabe a muitos. Plutarco adverte ainda que a abundância de amigos gera intrigas entre eles, especialmente no s momentos em que dispensamos nossa atenção a apenas um, o que torna a amizade perigosa. O que é, portanto, a moeda da amizade? A benevolência e a graça em companhia da virtude, a natureza não tem nada mais raro que elas. |
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| Whakaahuatanga ōkiko: | 94 p. ; 21 cm. |
| ISBN: | 8572839550 9788572839556 |