Meus romanos : alegrias e tristezas de uma educadora alemã no Brasil.

I tiakina i:
Ngā taipitopito rārangi puna kōrero
Kaituhi matua: Binzer, Ina von, 1856-1916
Ētahi atu kaituhi: Callado, Antônio, 1917-1997 (Writer of preface)
Hōputu: Pukapuka
Reo:Pōtukīhi
Tiamana
I whakaputaina: São Paulo : Paz e Terra, 2017.
Putanga:7 ed. /
Ngā marau:
Ngā Tūtohu: Tāpirihia he Tūtohu
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!

MARC

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080 0 |2 1997  |a 94*422Binzer, I.  |b B519l=134.3 
100 1 |9 7196  |a Binzer, Ina von,   |d 1856-1916 
240 1 0 |a Leid und Freud einer Erzieherin in Brasilien.   |l Português. 
245 1 0 |a Meus romanos :   |b alegrias e tristezas de uma educadora alemã no Brasil.  
250 |a 7 ed. /   |b novembro 2017. 
260 |a São Paulo :   |b Paz e Terra,   |c 2017.  
300 |a 239 p. ;   |c 21 cm.  
505 0 |a Tradução de Alice Rossi e Lusita da Gama Cerqueira ; Prefácio de Antonio Callado ; Posfácio de Keila Grinberg. 
520 3 |a A alemã Ina von Binzen (ou Ulla von Eck, seu pseudônimo) passou três anos entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Aos 22 anos, contratada para educar sete dos doze filhos de uma família no interior do Rio de Janeiro, trabalhou em um colégio de moças, na residência de uma tradicional família paulistana e em uma fazenda de café no interior da província. Através de uma série de cartas escritas à sua amiga Grete, entre 1881 e 1883, em que alia a qualidade literária à agudeza da observação, Von Binzer fornece-nos depoimentos de raro interesse sobre a vida de nosso país na segunda metade do século XIX. São considerações sobre problemas, os mais variados, tais como a escravidão e a abolição; a forma de educação das crianças brasileiras ricas contrastada com a rigidez dos hábitos germânicos; as festividades que não podia compreender neste país tão diverso de sua pátria, como um Carnaval que encharcava qualquer transeunte de água e polvilho; sua desambientação inicial no Brasil, que levou-a a desabafos, embora reconhecesse a gentileza de nosso povo e a beleza de nosso país; a saudade que sentia de sua terra, com usos e costumes que eram seus e que não conseguia substituir por outros - que tantas vezes não eram por ela aceitos ou compreendidos. Romance epistolar, retrato de um Brasil monarquista, matéria para discussão sobre as mulheres, Os meus romanos vem sendo descoberto por leitores diversos desde sua primeira edição brasileira, em 1956. Amadas ou não, estas cartas alemãs são, sem dúvida, fundamentais para compreender um Brasil de outros tempos - que diz muito sobre a pátria que nos tornamos  |b Ina Sofie Amalie von Binzer nasceu em 1856 no distrito alemão de Lavenburgo. Estudou em Westfalia e, com a família, mudou-se para a Prússia, onde se tornou professora. Trabalhou no Brasil como preceptora dos filhos da elite entre 1881 e 1884. Três anos depois, de volta à Alemanha, publicou seu primeiro livro, as cartas escritas no Brasil, sob o pseudônimo Ulla von Eck. Mudou-se para Berlim e passou então a dedicar-se integralmente à escrita, publicando outros livros, de menor repercussão. Retornou à sua cidade natal, onde se casou com o juiz Adolf von Bentivegni. Faleceu por volta de 1916.  
546 |a Texto em português, traduzido do alemão. 
650 4 |9 9431  |a História do Brasil. 
650 4 |9 156  |a Biografias. 
650 4 |9 9286  |a História contemporânea. 
700 1 |9 7197  |4 wpr  |a Callado, Antônio,   |d 1917-1997 
700 1 |9 7198  |4 oth  |a Grinberg, Keila,   |d 1971- 
942 |2 udc  |c BK 
952 |0 0  |1 0  |2 udc  |4 0  |7 0  |9 25485  |a SBT  |b SBT  |c GEN  |d 2019-09-17  |h 7 ed., 2017 - 239 p.  |l 10  |o 94*422Binzer, I. B519l=134.3  |p 11670  |r 2025-09-08 14:12:23  |s 2025-06-09  |t ex.01  |w 2019-09-17  |y BK 
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