Gramática filosófica.
Na minha lista:
| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Livro |
| Idioma: | português inglês |
| Publicado em: |
São Paulo :
Edições Loyola,
2003.
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| Assuntos: | |
| Tags: |
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MARC
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| 100 | 1 | |9 141 |a Wittgenstein, Ludwig, |d 1889-1951 | |
| 240 | 1 | 0 | |a Philosophical Grammar. |l Português. |
| 245 | 1 | 0 | |a Gramática filosófica. |
| 260 | |a São Paulo : |b Edições Loyola, |c 2003. | ||
| 300 | |a 397 p. : |b il. ; |c 23 cm. | ||
| 505 | 0 | |a Tradução inglesa : Anthony Kenny ; Tradução : Luís Carlos Borges ; | |
| 505 | 0 | |a Parte 1 : A proposição e seu sentido -- Parte 2 : Sobre a lógica e a matemática. | |
| 520 | 3 | |a A Gramática filosófica, escrita entre 1931 e 1934, reúne apenas uma pequena parte da imensa produção – cerca de quarenta mil páginas! – de Wittgenstein no período que vai da retomada de sua atividade filosófica, em 1929, até a sua morte em 1951. A Gramática tem importância decisiva para compreender a reflexão de Wittgenstein no período de elaboração das Observações filosóficas e das Investigações filosóficas, pois ela contém de modo preliminar, mas também de forma completa, materiais que serão desenvolvidos e retomados naquelas obras. A Gramática é a mais completa abordagem feita por Wittgenstein da lógica e da matemática em ligação com a sua compreensão da “proposição”, do “signo” e do “sistema”. Além de discutir novamente as noções de inferência e de generalidade, contra suas posições anteriores, apresenta o mais profundo e mais extenso tratamento da prova matemática, especialmente das provas indutiva e recorrente. A organização do material publicado em 1969 com o título Philosophische Grammatik é de Rush Rhees, que foi discípulo de Wittgenstein e um de seus executores literários. A tradução inglesa, a partir da qual foi feita a presente tradução, é fruto de um minucioso trabalho de Anthony Kenny, já professor do Balliol College, Oxford, e atualmente diretor da Rhodes House, Oxford. Na edição inglesa da Gramática filosófica A. Kenny recorreu a R. Rhees e G. E. M. Anscombe não só para resolver in | |
| 546 | |a Texto em português, traduzido do inglês . | ||
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