Quando nosso mundo se tornou cristão (312-394).

I tiakina i:
Ngā taipitopito rārangi puna kōrero
Kaituhi matua: Veyne, Paul, 1930-
Hōputu: Pukapuka
Reo:Pōtukīhi
Wīwī
I whakaputaina: Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, 2011.
Putanga:2 ed.
Ngā marau:
Ngā Tūtohu: Tāpirihia he Tūtohu
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!

MARC

LEADER 00000nam a2200000Ia 4500
001 000031312
003 BR-CrsFAEV
005 20240106211154.0
008 160403t2011||||bl |||||||||||||1 |bpor|d
020 |a 8520008232 
020 |a 9788520008232 
040 |a BR-CrsFAEV  |b por  |c BR-CrsFAEV 
041 1 |a por  |h fre 
080 0 |2 1997  |a 27*1  |b V595q=134.3 
100 1 |a Veyne, Paul,   |c 1930-  |9 11067 
240 1 0 |a Quand notre monde est devenu chrétien.   |l Português.  
245 1 0 |a Quando nosso mundo se tornou cristão (312-394).  
250 |a 2 ed.  
260 |a Rio de Janeiro :   |b Civilização Brasileira,   |c 2011.  
300 |a 285 p. ;  |c 21 cm. 
505 0 |a Tradução de Marcos de Castro.  
520 3 |a Em meio aos recorrentes escândalos na Igreja Católica neste início de século, Paul Veyne realiza um profundo estudo sobre a incrível expansão do Cristianismo. O historiador e arqueólogo explica como a fé cristã pôde em apenas um século, entre os anos 300 e 400, se espalhar por todo o ocidente. Quando nosso mundo se tornou cristão apresenta as razões e conseqüências desta rápida propagação, que mudou os rumos da História. Ao analisar o progresso do cristianismo, o autor refuta a crença de que Constantino, um dos quatro imperadores romanos da época, visse na nova religião uma chance de unir e estabilizar o Império. Para isso, ele apresenta uma interessante reflexão sobre a passagem histórica que descreve a adesão do governante ao cristianismo: o dirigente estava em guerra com Maxêncio, que dominava indevidamente a Itália e Roma. Para recuperar estas terras, Constantino, que também governava a Gália, Inglaterra e Espanha foi à guerra. Na noite anterior à batalha decisiva, o governante sonhou que sairia vitorioso se abraçasse o Cristianismo. Assim o fez e recuperou seus domínios roubados. O autor afirma que Constantino não tinha como objetivo usar a religião como instrumento de legitimação do regime político. Ele mostra como o cristianismo tem sua origem baseada na oralidade e coletividade e destaca a visão vanguardista do Imperador, que percebeu a legitimidade do movimento, até aquele momento com poucos adeptos, e por isso digno de seu trono. Paul Veyne destaca a importância do ato de Constantino, considerado o marco na história ocidental, que deu origem à Era Cristã. “Em 324, a religião cristã assumia com um golpe único uma dimensão ‘mundial’ e Constantino estaria alçado à estatura histórica. (...) O cristianismo dispunha daí em diante desse imenso império que era o centro do mundo e que se considerava com a mesma extensão da civilização”, conclui Veyne. O historiador analisa a evolução do cristianismo ao longo do século IV e a sua coexistência com o paganismo, que por todo este período contou com grande número de adeptos. Veyne mostra como a fé cristã evolui de uma seita para uma religião devido ao aumento de bispados em certas regiões do Império, como o norte da Itália. Eles foram responsáveis pela propagação da nova religião no campesinato. O autor continua sua análise ao refletir sobre a influência do cristianismo na história européia. 
534 |p Originalmente publicado :   |c Paris : Éditions Albin Michel, 2007.   |t Quand notre monde est devenu chrétien.  
546 |a Texto em português, traduzido do francês.  
650 4 |a História da Igreja. História eclesiástica.  |9 9288 
650 4 |9 9276  |a História antiga. 
942 |2 udc  |c BK 
952 |0 0  |1 0  |2 udc  |4 0  |6 271_V595Q1343  |7 0  |9 21692  |a SBT  |b SBT  |c GEN  |d 2016-04-02  |h 2 ed., 2011 - 285 p.  |l 0  |o 27*1 V595q=134.3  |p 25127  |r 2018-08-03 00:00:00  |t ex.01  |w 2016-04-03  |y BK 
999 |c 19231  |d 19231