O Deus da beleza : a eduação através da beleza.

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Dades bibliogràfiques
Autor principal: Pastro, Cláudio, 1948-2016
Format: Llibre
Idioma:portuguès
Publicat: São Paulo : Edições Paulinas, 2008.
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MARC

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260 |a São Paulo :   |b Edições Paulinas,   |c 2008.  
300 |a 129 p. :   |b il., fot. ;   |c 23 cm.  
520 3 |a Quando se fala muito em beleza, é porque predomina o feio. A beleza e as artes estão em crise. Em nosso mundo contemporâneo, não há mais discernimento entre o belo e o feio, pois a determinante é o consumo, se se vende ou não, como um produto qualquer. Resultado: nesta sociedade em que o dinheiro é o poder, a beleza em si não aflora. Mas o que é a beleza e o que a determina? Por que o Cristianismo e outras religiões se ocupam e se preocupam com ela? Por acreditar que as religiões estão se tornando objetos comerciais e as liturgias, por demais lógicas e racionais, voltadas quase que exclusivamente para a palavra, o artista plástico Cláudio Pastro propõe em O Deus da beleza – A educação através da beleza, mais um lançamento de Paulinas Editora, uma reflexão sobre a importância do espaço sagrado na vida cristã e na comunicação com Deus, tendo como pressuposto a conexão entre palavra e imagem, conteúdo e figura/forma, hoje totalmente desconectados. Gratuita, desinteressada, a beleza, segundo Pastro, exige tempo, contemplação, namoro e transformação, e é sinal de esperança e de certeza naquilo que somos e fazemos. “Pela beleza dá-se uma catarse, uma fusão, abre-se um horizonte que ultrapassa regras, palavras e emoções e gera novos encontros a ponto de encantar e seduzir e tocar profundezas não percebidas pela razão.” O autor credita a atual crise na beleza e nas artes à crise da religião, “que não tem conseguido ser referência para o ser humano contemporâneo, porque se vive fora e dentro dela com os mesmos princípios e expressões”. Ricamente ilustrada, sua obra compõe-se de duas grandes partes: a primeira, O Deus da beleza, apresenta um questionamento a respeito do belo, não apenas como expressão estética, mas como direito humano muito além daquilo que a sociedade propõe como beleza e valor. Aqui, a beleza é vista como uma linguagem universal e manifestação do sagrado em formas e cores, sinais e símbolos. É sinal de “outra coisa” além do imediato. Na segunda parte, A casa da beleza, o artista trata da questão do como e por que construir igrejas hoje e do corpo como lugar do Espírito. Assim, procura responder às questões de projeto e organização dos “espaços sagrados”. Como esse espaço substancial culmina no ser humano, ele enriquece o trabalho enumerando as doze posturas que encarnam o espírito cristão, chamadas básicas ou universais porque próprias de cada indivíduo: “A vida é comunicação e se faz com 70% de postura, 25% de tom de voz e 5% de conteúdo”, ensina o também professor de Arte Sacra e Teologia do Espaço. E destaca a beleza “não como algo acessório e complementar à liturgia e ao espaço por ela ocupado, mas parte intrínseca da celebração cristã”. 
546 |a Texto em português.  
650 4 |9 9858  |a Pulchrum (beleza). 
650 4 |a Pedagogia.  |9 9875 
650 0 |1 https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_sacra  |a Arte sacra.  |9 77 
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