À paz perpétua.
I tiakina i:
| Kaituhi matua: | |
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| Ētahi atu kaituhi: | |
| Hōputu: | Pukapuka |
| Reo: | Pōtukīhi Tiamana |
| I whakaputaina: |
Porto Alegre (RS) :
L&PM,
2011.
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| Rangatū: | L&PM Pocket Plus (L&PM) ;
449 |
| Ngā marau: | |
| Ngā Tūtohu: |
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
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| Whakarāpopotonga: | Immanuel Kant (1724-1804), um dos maiores filósofos da civilização ocidental, acreditava que o entendimento entre os homens levaria a uma pacificação entre as nações. À paz perpétua, que foi um enorme sucesso entre a intelectualidade da época, é uma verdadeira surpresa para o leitor atual devido à sua clareza e ao seu pragmatismo. Publicado inicialmente na Alemanha em 1795, é o resultado de toda uma vida de estudo e reflexão crítica sobre a humanidade. Para Kant, as premissas básicas para se chegar a esse estágio de pacificação incluem um governo republicano, liberdade de pensamento para os cidadãos e respeito à autonomia das federações. Neste ensaio, Kant ressalta não só como alcançar a paz perpétua, como também esboça o projeto de um órgão responsável por promover a união entre as nações, o papel que hoje cabe à Organização das Nações Unidas (ONU). O que será que se perdeu pelo caminho? |
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| Whakaahuatanga ōkiko: | 85 p. ; 18 cm. |
| ISBN: | 8525417580 9788525417589 |